A second new species for the rare dipsadid genus Caaeteboia Zaher et al., 2009 (Serpentes: Dipsadidae) from the Atlantic Forest of northeastern Brazil
Museu de Zoologia da USP - MZUSP, Barbo, Fausto Erritto; Laboratório de Coleções Zoológicas – LECZ, Instituto Butantan, Avenida Vital Brazil, 1500, 05503-900, São Paulo, SP, Brazil., Pereira Filho, Gentil Alves; Centro de Ciências Aplicadas e Educação, Departamento de Engenharia e Meio Ambiente, Universidade Federal da Paraíba, 58297-000, Rio Tinto, PB, Brazil., Santana, Gindomar Gomes; Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação, Departamento de Biologia, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Estadual da Paraíba. Rua Baraúnas, 351, 58429-500, Campina Grande, PB, Brazil, França, Frederico Gustavo Rodrigues; Centro de Ciências Aplicadas e Educação, Departamento de Engenharia e Meio Ambiente, Universidade Federal da Paraíba, 58297-000, Rio Tinto, PB, Brazil., Grazziotin, Felipe Gobbi; Laboratório de Coleções Zoológicas – LECZ, Instituto Butantan, Avenida Vital Brazil, 1500, 05503-900, São Paulo, SP, Brazil., Zaher, Hussam; Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil. Av. Nazaré, 481, 04263-000, Ipiranga, São Paulo, Brazil.
Colaborador:
- FAPESP ,
- CNPq
Resumo: Caaeteboia é um gênero de serpente raro e monotípico da região Neotropical, sendo um dos dipsadídeos menos conhecidos da Foresta Atlântica brasileira. Nesse trabalho, avaliamos a diversidade morfológica e genética desse gênero, comparando-o com outros gêneros de Xenodontinae. Nossos resultados combinados revelaram a presença de uma espécie desconhecida da porção nordeste da Floresta Atlântica. A nova espécie se distribui ao longo dos enclaves de florestas abertas costeiras misturadas com habitats savânicos, conhecidos localmente por “Florestas de Tabuleiro”, e florestas ombrófilas submontanas nos estados da Paraíba e de Pernambuco. Essa nova espécie é distinguida de C. amarali pelo menor número de escamas dorsais, ventrais e subcaudais, e por uma evidente linha escura lateral desde o focinho até o terço anterior do corpo. A nova espécie amplia a distribuição do gênero para aproximadamente 700 quilômetros ao norte, e reforça a importância da conservação dos pequenos remanescentes de Floresta Atlântica no nordeste do Brasil, os quais ainda abrigam altos níveis de endemismo e diversidade.
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- Cuadernos de Herpetología
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Museu de Zoologia da USP - MZUSP