De Belmont Ao Odilon Galotti: As Comunidades Terapêuticas No Brasil E A Resistência À Ditadura Militar
O trabalho discute as origens e fundamentos do modelo de funcionamento do hospital psiquiátrico proposto pelas comunidades terapêuticas e analisa as características que o movimento adquiriu durante as experiências realizadas no Brasil, nas décadas de 1960 e 1970. Nesse período, as comunidades terapêuticas tornaram-se um veículo de penetração do pensamento psicanalítico no interior dos hospitais psiquiátricos, e também locais de exercício radical de práticas democráticas de funcionamento, configurandose como espaços de resistência política à ditadura militar então vigente no país. A experiência da comunidade terapêutica da Seção Olavo Rocha do Hospital Odilon Gallotti, implantada no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro, dirigida por Oswaldo dos Santos, é discutida em maiores detalhes, por suas características paradigmáticas e grande repercussão, inclusive na formação profissional das futuras gerações de profissionais do campo psiquiátrico
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