Ferroviarios, negros y aguantadores: sentidos y resignificaciones de la hinchada del club Central Norte;
Railwaymen, blacks and endurers: meanings and identities in the chants of Central Norte’s supporters;
Ferroviários, negros e aguentadores: sentidos e identidades nos cânticos da claque do clube Central Norte
Este artículo pretende poner en discusión la construcción de identidad(es) de una hinchada de fútbol, particularmente, del club Central Norte de Salta. Entendemos con Washington Uranga que los procesos comunicacionales implican procesos de construcción, creación y recreación de significados que permiten a los sujetos constituirse individual y colectivamente (Uranga, 2001). En tal sentido, nos valemos de los cantos de hinchada para analizar esa materialidad que da cuenta de una voz colectiva donde se encuentran algunas pistas para comprender qué y cómo se representan los propios hinchas, y al mismo tiempo como construyen su alteridad.
This article aims to discuss the identity construction of football supporters, in particular those supporting the team Central Norte of Salta.Like Washington Uranga, we understand that processes of communication imply processes of construction, creation and recreation of meanings allowing subjects to constitute themselves individually and collectively (Uranga, 2001). We therefore look into the chants of a club’s fans to analyse this materiality providing a collective voice in which one can find some clues to understand what and how the fans represent themselves and, at the same time, how they build their otherness.Based on discourse analysis, life stories and a short historical overview, we examine the features allowing us to interpret the meaning that these fans, also called “crows”, attribute to their “being-in-the world”.
Este artigo pretende discutir a construção de identidade(s) de uma claque de futebol, em particular a do clube Central Norte de Salta.Entendemos, com Washington Uranga, que os processos comunicativos implicam processos de construção, criação e recriação de significados que permitem aos sujeitos constituir-se individualmente e colectivamente (Uranga, 2001). Assim, recorremos aos cânticos da claque para analisar essa materialidade que dá conta de uma voz colectiva onde se encontram algumas pistas para compreender o quê e como se representam os próprios adeptos e, ao mesmo tempo, como constroem a sua alteridade.Através de uma análise do discurso, de histórias de vida e de uma breve reconstituição histórica, analisamos essas marcas que nos permitirão interpretar o sentido que os adeptos deste clube, também chamados “corvos”, conferem ao seu “ser-no mundo”.
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