Produção, circulação e uso de textos escolares e livros de leitura na escola elementar gaúcha
Professora Adjunta do Programa de Pós-graduação em Educação do Instituto de Educação da Universidade Federal do Rio Grande (PPGedu/IE/FURG)
Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação da Infância
(NEPE/IE/FURG)
Grupo de estudos História da Alfabetização leitura, escrita e dos livros escolares (HISALES/FaE/UFPEL)
Colaborador:
- CNPq
Este trabalho investiga a produção e o uso de livros de leitura na escola elementar no Rio Grande do Sul, no período compreendido entre 1832 e 1930, contexto histórico que contempla duas propostas, dos liberais e dos positivistas. Ler e escrever passava a significar modernidade. O processo de modernidade teve especial significação no Brasil no século XIX. Entre as esferas de sua influência, a que mais se destacou foi a do recinto escolar. A ideia de civilizar a população por meio de um saber vinculado à moralização, ordenamento religioso, civilidade, etc., passou a não ser suficiente para a formação do novo homem alfabetizado demandado pelo novo padrão de desenvolvimento industrial. Os conteúdos escolares, nesse processo foram utilizados pelos dirigentes como instrumento de construção do cidadão rio-grandense dos novos tempos do capitalismo. O recorte temporal prende-se ao fato de 1832 ter sido editada a primeira cartilha no Estado do Rio Grande do Sul, por sua vez, com a Revolução de 1930, as particularidades dos Estados deixam de existir.
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- Historia de la Educación. Anuario
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Professora Adjunta do Programa de Pós-graduação em Educação do Instituto de Educação da Universidade Federal do Rio Grande (PPGedu/IE/FURG)
Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação da Infância
(NEPE/IE/FURG)
Grupo de estudos História da Alfabetização leitura, escrita e dos livros escolares (HISALES/FaE/UFPEL)